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Homem tenta se jogar de torre da TIM em Santarém

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Alexandre é usuário de drogas e solicitou a presença do pai para pedir perdão.
Tensão e medo quando Alexandre ameaçou pular da torre

Por pouco não ocorreu uma tragédia no começo da tarde desta sexta-feira, 20, em um terreno localizado na Avenida Moaçara, entre as travessas Sérgio Hein e Humaitá, no bairro do Diamantino, em Santarém, Oeste do Pará. Alexandre Farias de Castro, de 18 anos, usuário de droga, segundo seu irmão Rondineli Farias de Castro, ameaçou se jogar de uma torre da empresa de telefonia celular Tim que tem 74 metros de altura e fica em um terreno em frente ao Campus da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA).

Alexandre pediu a presença de seu pai, o agente de endemias da Funasa, Raimundo Castro, que chegou ao local acompanhado de policiais militares e bombeiros. Depois de três horas ameaçando pular da torre, Alexandre pediu ao genitor que perdoasse atos praticados por ele e que magoaram pessoas da família. Pelo rádio da Polícia o agente perdoou o filho e o convenceu a deixar o local, o que foi feito em seguida.
Momento em que Alexandre desceu da torre

Após descer da torre, acompanhado por três militares do Corpo de Bombeiros, Alexandre foi atendido por socorristas do Samu e levado para o Pronto Socorro Municipal para ser examinado, quando recebeu a visita de familiares. Participaram também das negociações o irmão de Alexandre, Rondineli Farias de Castro e seu tio Ramon Farias. Alexandre reside na Rua Caranãa, no bairro da Floresta e foi estudante da Escola Brigadeiro Eduardo Gomes, no bairro do Aeroporto Velho.
O sub/tenente Baia, do Corpo de Bombeiros, e o sargento Figueiredo, da Polícia Militar, comandaram as negociações e com a ajuda do pai de Alexandre conseguiram evitar uma tragédia na Avenida Moaçara. Alexandre Farias estaria enfrentando problemas familiares, segundo informações fornecidas no local do ocorrido. O trânsito na Avenida Moaçara foi interditado pela Polícia Militar durante três horas e populares permaneceram no local até a descida de Alexandre.



Por Francisco Portela e Edil Aranha
Fonte: O Impacto

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