Licenciamento; Condicionantes; Impactos Ambientais; Povos tradicionais e Indígenas foram o foco da preocupação dos jornalistas convidados ac participar od workshop no auditório do Ministério das Minas e Energia. Evento organizado pelo Ministério das Minas e Energia e Ibama o workshop teve como principal responsabilidade tirar as dúvidas que se acumulam em torno do projeto e trazer a tona informações sobre o processo que culminou com a liberação da licença de instalação do canteiro de obras da usina.
Dividido em três etapas, Licenciamento; Participação da Funai no processo e o projeto hidrelétrico, o workshop começou com a apresentação do presidente do Ibama Curt Trennepohl que entre outras explicações deixou claro que apesar do andamento da obra e da liberação da licença de instalação do canteiro de obras, o projeto o instituto ainda analiza dados, informações entre eles se o fato de que várias condicionantes simplesmente ainda não forma cumpridas.
Márcio Ferreira, presidente da Funai foi mais longe, afirmou que as 10 terras indígenasuenhcia que fazem parte da área de influência de Belo Molnte não serão impactadas diretamente com alagamentos.
Márcio garantiu que terras recem demarcadas na volta grande não estão ameaçadas e que os mias de 5 mil índios da região não precisam se preocupar pois segundo ele a Funai está de olho no processo, mas uma coisa não ficou bem clara, segundo o presidente da Funai, em Altamira existe uma gerência da fundação que cuida exclusivamente do projeto e seus impactos, ele deu até um endereço, seria na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, mas na prática o que se vê e se ouve dos indígenas é bem diferente.
O dia ainda contou com a presença de representantes do consórcio construtor e o secretário do Ministério de Minas e Energia que fechou o dia com a seguinte frase " o Brasil tem que aumentar em 70% sua e, capacidade de produção de energia até 2019, e isso sem sobombmbra de dúvidas inclui mias Hidrelétricas além de Belo Monte", disse Altino Pereira Filho em nome do governo. No mais o que se viu foram josrnalistas cheios de dúvidas e com uma intrigante visão negativa do projeto, o que na visão de Antonio Coimbra, Diretor sócio ambiental da NESA nada mais é do que a falta de infroamção somada a divulgação de notícias sem comprovação sobre o projeto.
No meio do bombardeio de perguntas e questionamentos estavam os jornalistas de Altamira, foco do assunto e local de onde saem as notícias mais completas sobre o andamento do projetoe o trabalho em parceria dos órgãos fiscalizadores e do consórcio Norte Energia.
O tempo foi bastante escaço, uma manhã foi dada aos profissionais que ainda hoje tentam entender o projeto hidrelétrico de Belo Monte e seus impactos para uma das rrgiões mais remotas e carentes de infra-estrutura do país.
Ao final esperasse que tanto o que se escreverá sobre o projeto quanto o que se verá nas regiões impactadas sejam reais, legais e em favor da população.
Fonte: Sidalécio Souza postado por vtxnews às 08h41min.


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